Deputado Amom Mandel vota contra projeto que reestrutura carreira e prevê reajustes a servidores do Congresso até 2029

O deputado federal Amom Mandel (Cidadania-AM) foi um dos parlamentares que se posicionaram contra o Projeto de Lei 179/2026, aprovado pela Câmara dos Deputados e que trata da modernização da carreira legislativa, incluindo mudanças na estrutura remuneratória e possibilidade de reajustes escalonados para servidores do Congresso Nacional ao longo dos próximos anos.

A proposta prevê a reorganização de cargos e critérios de progressão profissional baseados em desempenho, qualificação e metas institucionais. O texto também abre espaço para aumentos salariais progressivos até 2029, com impacto financeiro estimado em centenas de milhões de reais aos cofres públicos, segundo discussões parlamentares e análises sobre o impacto orçamentário de medidas semelhantes no funcionalismo.

A votação ocorreu em meio a debates sobre responsabilidade fiscal e gestão de despesas públicas. Parte dos parlamentares defendeu que a proposta busca atualizar carreiras e valorizar servidores do Legislativo, alegando defasagem salarial e necessidade de modernização administrativa. Já críticos afirmaram que o momento econômico exige cautela diante do aumento de gastos permanentes, especialmente em um cenário de pressão sobre o orçamento federal.

Amom Mandel manifestou voto contrário ao projeto, posicionando-se contra a ampliação de despesas com pessoal. O deputado argumentou que reajustes e reestruturações salariais devem considerar o impacto financeiro de longo prazo e a situação fiscal do país. A decisão colocou o parlamentar em destaque nas discussões políticas após a aprovação da proposta pela maioria da Câmara.

O projeto segue agora para análise em outras etapas do processo legislativo e ainda pode sofrer alterações antes de eventual sanção presidencial. Caso seja confirmado integralmente, o texto deverá produzir efeitos gradativos na estrutura de remuneração e progressão funcional dos servidores vinculados ao Congresso Nacional nos próximos anos.

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