A jornalista Alice Ribeiro, de 35 anos, teve a morte encefálica confirmada após não resistir aos ferimentos provocados por um grave acidente de trânsito em Minas Gerais. Ela estava internada desde o ocorrido, mas o quadro evoluiu de forma irreversível.
Diante da perda, os familiares tomaram uma decisão marcada por generosidade: autorizaram a doação de órgãos. A atitude pode ajudar a salvar e melhorar a vida de vários pacientes que aguardam na fila por transplantes no país.
Entre os órgãos que podem ser aproveitados estão rins, fígado, pâncreas e córneas. O coração, no entanto, não apresentou condições clínicas para doação.
Alice trabalhava como repórter e era conhecida pelo comprometimento com a profissão.
Ela deixa marido e um filho pequeno. O gesto da família transforma um momento de profunda dor em uma oportunidade de recomeço para outras pessoas, reforçando a importância da doação de órgãos como ato de solidariedade e amor ao próximo.